E quando você começa a perceber que muitos desses problemas não são inevitáveis — que podem ser enfrentados, discutidos e, principalmente, que alguém precisa assumir a responsabilidade de enfrentá-los — a indignação deixa de ser apenas um sentimento.
Ela se transforma em responsabilidade.
Foi assim que Florismar começou a enxergar a política.
Não como um lugar onde queria estar.
Mas como um lugar onde talvez precisasse estar.
Sua fé lhe ensinou que não basta reconhecer aquilo que está errado.
É preciso ter coragem para fazer a sua parte.
E foi essa convicção que o fez tomar uma decisão que, até então, não estava nos seus planos:
Entrar na política para servir.